Tarifa que você não reconhece, juros muito acima do informado, negativação sem aviso prévio: na maior parte dos casos, não são situações definitivas. O Código de Defesa do Consumidor e a jurisprudência abrem caminhos de revisão; o primeiro passo é entender qual se aplica ao seu caso.
Seu nome foi negativado por uma dívida que você não reconhece, já pagou ou está sendo cobrada em duplicidade, e o banco não corrigiu depois do contato direto.
O extrato traz tarifas, seguros ou encargos que você não autorizou expressamente, ou o cheque especial/rotativo do cartão está consumindo o limite com juros muito acima do que foi apresentado na contratação.
O contrato de empréstimo, consignado ou financiamento tem cláusulas que dificultam o entendimento real do custo, como venda casada de seguro ou capitalização de juros fora do combinado.
Cada uma dessas situações tem um caminho próprio. O atendimento começa por entender qual é o do seu caso.
Você descreve o caso: o que o banco ou financeira fez, os documentos que já tem (contrato, extrato, comprovante) e o ponto em que está a cobrança ou negativação.
São lidos o contrato, os extratos, o histórico de cobrança e, quando houver, o registro de negativação. A partir disso, identificamos em qual ou quais frentes técnicas o caso se enquadra.
Em reunião, expomos a estratégia: qual frente atacar primeiro, com qual fundamentação, em qual ordem e quais documentos precisam ser reforçados.
Seja na via administrativa (ouvidoria, reclamação no Banco Central, notificação extrajudicial) ou na judicial (com pedido de tutela de urgência quando há negativação indevida em curso), o escritório atua junto com você em todo o caminho.
A análise inicial indica a via que tende a ser mais direta: administrativa (ouvidoria, Banco Central, contato direto) ou judicial. O primeiro passo é uma conversa.
Falar com o escritório pelo WhatsAppAdvogado (OAB/SP 485.202), graduado pela Toledo Prudente e pós-graduado pelo Instituto Rogério Greco. Minha atuação é em Direito do Consumidor com foco em Direito Bancário, defesa de clientes diante de bancos e financeiras em casos de cobrança indevida, negativação e revisão de contratos.
Cofundador do escritório, com mais de uma década de advocacia e experiência no setor público (Assessor de Gabinete e Diretor Interino do Depto. de Assuntos Jurídicos da Prefeitura de Paraguaçu Paulista, 2021–2024). Atua diretamente em Direito do Consumidor e Bancário, com atuação estratégica em demandas envolvendo instituições financeiras. Casos que combinam questões bancárias com outras relações de consumo são tratados em conjunto.